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Como fazer crescer a economia do Brasil

 

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Autor: Charles Tang

/ Publicado por: CCIBC

/ Data: terça-feira, 13 de janeiro, 2014.

 

Em passado recente, na fase do “milagre econômico brasileiro”, o Brasil cresceu mais do que a China. Todavia, com a adoção dos planos econômicos milagreiros, a prioridade nacional passou a ser a de manter a estabilidade monetária a qualquer preço, mesmo a custo de nossa pobreza sustentada. Sempre que a economia brasileira vontava a crescer havia correria para aumentar a taxa de juros, a fim de estancar o crescimento. Não era permitido ao Brasil crescer!

O combate à inflação é de suma importância; todavia, nunca recorremos a outros instrumentos para a estabilização monetária que não mantivesse a pobreza sustentada da nação. O primeiro governo do Brasil a tentar combater a inflação do “custo Brasil”, baixando a taxa de juros, fazendo desoneração fiscal, desentravando a nossa economia, começando pelos portos e flexibilizando nossas leis trabalhistas, enfrentou as criticas dos que sempre defenderam o nosso “Modelo econômico de pobreza”.

Sem “Um plano para a nação” com planejamento e planos estratégicos de curto, médio e de longo prazo, fizemos com que a nação voltasse a patinar num crescimento pífio. Em fins dos anos 90, foi abolido o planejamento do País e o nosso Ministério de Planejamento foi transformado em ministério de orçamento sem mudança de nome.

Nesses anos que proibimos a compra por estrangeiros de terras agrícolas acima de cinco mil hectares, conseguimos beneficiar países vizinhos, que receberam os investimentos e a geração de riquezas que estavam destinados ao Brasil. Durante os cinco anos que deixamos de realizar leilões de blocos de petróleo também sacrificamos o efeito multiplicador desses leilões que gerariam investimentos muito maiores para desenvolver os blocos adquiridos.

Com tanta terra não explorada, as exportações do Brasil só não crescem mais por falta de maiores investimentos em agronegócios, cujo aporte de capital estrangeiro rejeitamos. Da mesma forma, investimentos da Petrobras teriam gerado uma cadeia de investimentos maiores.

Reportagens sobre a demora na definição do novo marco regulatório de mineração alegam que esta demora represou mais de US$ 20 bilhões em investimentos, com correspondente geração de emprego e riqueza. Bilhões em investimentos também esperaram a demora na definição do novo marco regulatório automotivo.

A soma desses investimentos teria, por si só, elevado em muito o nosso crescimento econômico, além dos 0.90% que conseguimos em 2012.

Como não temos poupança interna suficiente para alavancar nosso crescimento, devemos reconhecer a necessidade de atrair poupança externa paracrescer nossa economia. Perto de exaurir o nosso crescimento via estimulo de consumo, necessitamos de investimentos e de maior exportação para acumular capital aafim de criar nosso “Brazilian Dream” de país prospero e moderno. Todavia, a nossa política ideológica de “Nacionalismo antinacionalista” e as mudanças constantes das regras dificulta a entrada de capital de risco e a criação de um ambiente amigável para com o investidor estrangeiro, o que também traria o capital para aumentar nossas exportações.

Em contraste com nosso apego a políticas ideológicas ultrapassadas de protecionismo, a economia de mercado socialista (socialismo pragmático) da China chegou a discriminar as empresas chinesas em sua ãnsia de atrair investimentos estrangeiros. Por 30 anos foi mantida uma política em que a empresa estrangeira pagava 10% menos de imposto de renda do que as empresas congêneres chinesas. Foram estes investimentos que atraíram capital, tecnologia, administração e riquezas, fatores que elevaram a China a segunda potência econômica do mundo.

O fortalecimento da indústria nacional também contribuiria para o nosso avanço. Mas, com o “custo Brasil”, proibimos a nossa competitividade industrial promovemos a desindustrialização brasileira, obrigando empresas nacionais a procurarem países de menor custo para erar empregos.

O Brasil reúne mais condições do que China ou o Japão para ser o maior “tigre de exportações” do mundo e vir ser "Brasil, uma superpotência econômica". É só permitir!

 

 Autor: Charles Tang - Presidente da Câmara Brasil China